sexta-feira, 13 de abril de 2007

Trâsito frenético, seres dinâmicos movidos pela inércia do pânico
de uma expressão rotineira, "em tempo hábil".
O verão que atropela o outono inside nas criaturas
que travam um embate constante contra todos em si.
A tonalidade das rosas mudam e os jardins assim por diante.
Ante rosas e girassóis, estou a mergulhar em turbulentas águas.
Sonhos distorcidos, pensamentos mórbidos, fragmentos de tempos idos?
Alternativas noturnas para driblar recordações insanas de épocas cáusticas em viver soturno.
Ilusões destruídas outras perdidas,
a rocha na qual edifica-se um ser,
a fantasia que alivia a dor de existir,
a vida fenece onde não há poesia.

2 comentários:

Unknown disse...

Que droga você usou pra escrever esse poema?
[Risos]
Porque é um delírio...

Unknown disse...

Santa inspiração! As flores mudam de tonalidade, as lagartas viram borboletas, as flores e as borboletas...